Marketing jurídico e ética profissional
Reflexões Críticas sobre Publicidade na Advocacia em Meios Digitais e Convencionais
DOI:
https://doi.org/10.48159/revistadoidcc.v9n2.e124Palabras clave:
Advocacia, ética profissional, marketing jurídico, publicidade jurídica, redes sociaisResumen
O presente artigo tem por objetivo analisar criticamente o marketing jurídico e sua adequação à legislação da atuação ética da advocacia. A partir das normas editadas pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e da análise das práticas recorrentes nas redes sociais. Para tanto tematiza a tensão entre a necessidade de visibilidade institucional e os limites éticos que visam evitar a mercantilização da advocacia. Utiliza método dedutivo e análise normativa e revisão documental. É feito um estudo de caso para identificar como as práticas publicitárias se manifestam na atuação jurídica. São examinados casos práticos de publicidade indevida, incluindo campanhas sensacionalistas e promessas de resultados, que comprometem a função social da advocacia e a confiança da sociedade. Como resultados, verifica-se que a viralização de propagandas predatórias decorre da insuficiência de fiscalização da OAB e da falta de regulamentação clara sobre o que é permitido ou proibido. Conclui-se que, para preservar a dignidade da advocacia e evitar sua banalização, é imprescindível fortalecer a fiscalização institucional, aprimorar a legislação e estabelecer normativas mais objetivas e transparentes.
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